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Existe uma verdade na economia que tendemos a ignorar muitas vezes. É a chamada lei da oferta e da procura. Aplicando este conceito ao mercado imobiliário, falamos da oferta quando falamos dos imóveis disponíveis para venda e para arrendamento. Para termos mais oferta precisamos de:

  • Leis que protejam os promotores;
  • Tribunais que funcionem;
  • Fiscalidade estável;
  • Confiança.

A oferta é essencial para suprir a procura, que nos últimos anos tem sido impulsionada por um conjunto de fatores, como sendo:

  • Turismo e arrendamento local – Até que os turistas e os estrangeiros passaram a ser vistos como umas baratas chatas…
  • Retoma do crédito habitação – Sendo que o preço dos imóveis está muito ligado com a disponibilidade de crédito, apesar de muitas das transações hoje em dia serem feitas a pronto pagamento;
  • Vários anos de depressão.

Temos de proteger ambos os lados da negociação

Num mercado, em qualquer mercado, temos de proteger e olhar para o interesse de ambas as partes. Diz-se que devemos procurar soluções que agradem a ambos (as chamadas negociações win-win). Se protegemos apenas os senhorios, ninguém quer arrendar. Se protegemos apenas os inquilinos, os proprietários não colocam casas no mercado. No meio está a virtude certo? Mas porque nos esquecemos disto?

Sucessivos governos quebraram a confiança dos empresários

O contrato de confiança é fator crítico de sucesso em qualquer mercado. Constantemente, em Portugal, tem-se violado este contrato para prejuízo de todos. Apesar de se alegarem motivações muito nobres, temos de meter nas nossas cabeças que as opções têm consequências.

O regabofe dos últimos anos em que a esquerda tomou conta do país fez com que voltássemos às práticas do antigamente. Quiseram mudar tudo, tratando os senhorios como parasitas ou como especuladores e depois admiram-se dos impactos. Decisões erradas, sendo que a base de tudo foi a quebra da confiança. Simplesmente, enquanto empresários, não sabemos com o que podemos contar amanhã… porque ora somos capitalistas ora nos estão a acenar para investir mais. E se depois investimos, o que nos garante que não vamos ser outra vez penalizados quando não precisarem de nós?

As consequências das más decisões estão à vista. Rendas com valores inacreditáveis. Pessoas expulsas das suas casas para a periferia, após aumentos de rendas repentinos. Pessoas a ser empurradas para a compra de casa (e para o endividamento). Já começamos inclusivamente a ver problemas financeiros sérios nas famílias que não conseguem pagar rendas crescentes.

Os incentivos são tudo

Na economia, os governos têm a capacidade de orientar a economia, incentivando alguns comportamentos e penalizando outros. No entanto, atualmente os incentivos vão para o consumo, para o endividamento e para a quebra da poupança. E se não poupamos, ficamos mais fragilizados para quando vierem os problemas. Mas claro que a solução é ignorar os problemas, culpar os outros e esquecer que as decisões têm consequências.

Alguém com dois dedos de testa acredita que estas medidas de Planos de Rendas Acessíveis vão mudar alguma coisa? E que as taxas de imposto mais baixas para contratos de longo prazo vão levar alguém a fazer contratos longos? Mas será que os senhorios se esqueceram do congelamento de rendas que tivemos durante dezenas de anos em Portugal? E será que alguém quer fazer contratos tão restritivos como estes do Plano de Rendas Acessíveis? Enfim…